Perda de Peso

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Substâncias que diminuem o apetite

Os medicamentos para perder peso

A possibilidade de tratar a obesidade com uma substância que consiga a perda de peso é até agora um desejo impossível e inalcançado. Não existe nenhum fármaco milagroso que por si só alcance apreciáveis perdas de peso.

Em seguida, descreveremos algumas das substâncias utilizadas no tratamento da obesidade.

Substâncias que diminuem o apetite

São fármacos muito desprestigiados por conterem algumas anfetaminas ou seus derivados, com efeitos indesejáveis importantes e desagradáveis como insónia, tremuras, dor de cabeça, secura na boca, hipertensão, palpitações, etc, tornando os inconvenientes superiores às supostas vantagens teóricas do seu uso. Se a tudo isto acrescentarmos que na maioria dos casos foram utilizados de forma indiscriminada e sem controlo médico — o que provocou acidentes graves —, não é de estranhar que muitos destes medicamentos tenham sido retirados do mercado. Assim, pois, em Espanha como em muitos outros países, as anfetaminas e os seus derivados mais próximos não se podem utilizar como anorexígenos (substâncias para tirar o apetite).

Quanto a outros fármacos disponíveis, pelo que já ficou dito é fácil compreender que devem ser sempre subministrados sob controlo médico. Nunca devem ser utilizados como tratamento único da obesidade, mas formando parte de um conjunto de medidas (dieta, tratamento do comportamento, exercício, etc), e sempre de forma intermitente durante curtos lapsos de tempo (dois ou três meses).

Estes medicamentos são contra-indicados quando existirem antecedentes de enfarte de miocárdio, hipertensão arterial, glaucoma, estados de agitação psíquica e sempre que houver casos de toxicodependência.

A fenfluramina exerce uma acção depressora sobre o sistema nervoso central e por isso não deve aplicar-se a doentes depressivos ou aos que utilizem tranquilizantes ou ansiolíticos. Em alguns casos produz-se um processo de habituação levando o doente a aumentar a dose até criar uma verdadeira toxicomania. Tais fármacos podem ter também outros efeitos, como sonolência, náuseas e diarreias.

Quanto a nós, a fenfluramina, em vista da sua acção depressora, não deve ser utilizada pela maioria dos pacientes obesos. Com efeito, muitos deles sofrem uma alteração de conduta alimentar, pela qual o aumento de quantidade de comida é regido pelo apetite e não pela fome.

Resumindo, poderíamos dizer que são fármacos que devem ser sempre utilizados sob estrito controlo médico, valorizando todas as suas contra-indicações e efeitos secundários, e nunca devem ser usados de forma arbitrária.